11 de Junho de 2007

Ocasiões Especiais

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O terceiro Pecado Capital: Luxúria ( o que é )

Foto de jasperroz
Música da Semana: Banho de Espuma
(Rita Lee / Roberto de Carvalho)
clique para ouvir
letra da música de semana

É engraçado. Eu nunca consigo pensar em Luxúria como um pecado relacionado ao sexo. Por que só o prazer com o sexo seria pecaminoso? O pecado maior não deveria ser o excesso – em qualquer sentido?

Para mim, luxúria é estar naquele nível de prazer que parece que vai durar para sempre. Como comer chocolate. Se comer muito, dá dor de barriga. Ou fazer compras no shopping. Se comprar muito, estoura o limite do cartão de crédito (um enorme pecado!). Ou comprar uns supérfluos no supermercado. Se comprar sempre, deixa de ser supérfluo.

Luxúria para mim é aquilo que, apesar de dar imenso prazer, não podemos fazer sempre. Um fim de semana fora, largada, na maior preguiça. Virar uma noite com os amigos. Um loooongo banho de banheira cheio de bolhas. Uma maratona de compras, comprando por impulso.

Peraí um momentinho. Voltando a fita... Eu disse que Luxúria para mim é aquilo que, apesar de dar imenso prazer, não podemos fazer sempre. Por isso não consigo incluir o sexo! Como uma mulher casada, posso fazer sexo sempre que eu quero! Como mulher não cristã, posso fazer sexo que não seja para a procriação e sem culpas! E, indo um pouco mais longe, não precisaria ser nem com o meu marido, já que ninguém, além dele, tem nada a ver com isso.

Calma, calma. Não precisam se preocupar. Tudo continua bem com o casal 20 aqui. Só que tenho consciência de que somos a exceção. E que as pessoas, por mais que digam que sim, não estão lá muito interessadas em um amor tão certinho assim (vide o fato de que as visitas na semana do artigo “Amar pode dar certo” ficaram bem abaixo da média). A maioria dos casais não tem uma boa relação. E, ao contrário do que acontece no meu mundinho cor-de-rosa, muitas vezes a solução para viver melhor é ter outra pessoa em paralelo. Não estou dizendo que concordo, nem que acho certo. Simplesmente, estou dizendo que acontece. E muito.

E aí quando estas duas pessoas se encontram, em poucos momentos roubados, depois da maior expectativa, tudo o que acontece entre eles é pura luxúria, mesmo que não inclua sexo. Diga-se de passagem, esta sensação não é exclusiva dos amantes que são casados com outras pessoas. Ela é também dos amantes namorados que não moram juntos e que não tem onde transar numa boa, além de pouco dinheiro para gastar em motel. Ela também é daqueles que vivem em cidades diferentes e que, por um motivo ou outro, só se vêem em ocasiões especiais.

E aqui o círculo se fecha. Ocasiões especiais. Esta é a grande luxúria da vida. Pequenos luxos a que a gente se dá ao direito.


23 comentários:

Parabéns!!!!!!!Adorei o texto.
Como é bom fazer algumas luxúrias não é mesmo,faz bem pro ego para mim é uma terapia,e tem mais eu acho que de vez em quando,nó merecemos.Beijo. Leila.

Se luxúrias são vistas assim, no TUDO DE BOM, então será que é pecado? e será que merece estar ai entre os 7 pecados capitais?
Bom, fazer coisas que nos façam nos sentir bem é tipo atestar que MERECEMOS, automaticamente é atestar que gostamos muito de nós mesmos e gostar de nós mesmos é nos pertimir...afinal, esse não foi o ensinamento? "amai ao proximo como a ti mesmo?"
Ë o caso do sexo...tão bom...fomos criados para sentir prazer, então porque seria pecado sentir prazer?
Pior, é instinto...e como controlar?
Creio que esse pecado tá meio mal explicado, pois não vejo e nem sinto isso como pecado.
Pois é Deb...mais uma vez vc cumpriu sua função: nos fazer pensar...e é isso que precisamos para saber quem somos e AONDE QUEREMOS CHEGAR!
beijão.

achei que seu texto fugiu um pouco do significado da Luxúria. não foi bem elaborado, sabe quando o texto não se encaixa.
beijinhos Rivâs

Deb, amei o seu texto, e a conclusao foi com chave de ouro, viu?
"ocasioes especiais... esta eh a grande luxuria!"
Um beijo enorme

Não é bem assim, se luxúria fosse ter alguns momentos de prazer com quem se ama, não seria pecado. Até a própria Bíblia diz para as pessoas "não se privarem" do corpo do companheiro ou companheira.
Não vejo problema em admitir que existe gente que peca pela luxúria, peca sim. Pôr panos quentes não diminui o erro de quem faz mal uso ou se deixa dominar pelo sexo, tornando-se escravo.
Tem diferença entre isso e um longo banho de espuma.

"Não ter controle sobre o desejo de comer é gula, não ter controle sobre o desejo de nada fazer é preguiça; não ter controle sobre o desejo de fazer sexo é luxúria."

Conforme pesquisa encontrei isso sobre luxúria... Acho que ficou alguma coisa a desejar no texto... Certamente, a Debby não sofre de luxúria... [rs] Sorte a sua, Debora! :)

E justamente por não sofrer desse pecado, acho que o texto ficou bem superficial... Mas é apenas um comentário... Visto que já me identifiquei com mtos outros aqui na Mente da Mulher! oK???

Bjinhos,Quel

Adorei o texto. Aliás, adorei muiiito seu blog que até coloquei na minha pagina de favoritos. Muito bom de verdade, tá? beijos e passa lá no meu.

Não devemos viver só dos prazeres carnais,mas, precisamos de prazeres carnais(luxúria). Concordo em parte com o texto, dos momentos roubados, do sair do sério de vez em quando, de dar vazão ao amor. Tudo isso torna a vida mais prazerosa.
"Não devemos ser demasiadamente justo ou demasiadadmente ímpio" É bíblico!

A luxuria pra mim é um dos mais gostosos pecados que se deve cometer pelo menos algumas vezes na vida ...até aqueles mais católicos devem comete-la rsrsrs

" Não há paixão masi egoísta do que da Luxúria"
( Marques de Sade )

Rosinha Menezes disse...
11 Junho, 2007 15:31
 

É, Deb, também eu achei que, assim como a soberba, a sua luxúria não está bem explicada. Na verdade, a luxúria só era pecado na antigüidade, quando as normas morais deveriam ser bastante rígidas colocar ordem nas tribos e entre as tribos judaicas. Hoje, quando há a exacerbação do sexo, procura-se um analista ou uma clínica (vide Michael Douglas)e o que era luxúria passa a ser considerada doença. Luxúria poderia ser a masturbação constante? Era, também. Hoje, os sexólogos mandam que a gente se masturbe para conhecer o próprio corpo. Sabe a que conclusão cheguei? A única luxúria que ainda exite, hodiernamente, é comer chocô em excesso. Engorda, dá espinhas e dor de barriga.
Bjks.

Amei o texto e posso dizer que cometemos atos de luxúria tds os dias.

E, pra aqueles que, diferente de nós duas, relacionam luxúria a sexo (concordo contigo), indico "A casa dos budas ditosos", do João Ubaldo Ribeiro...

Meu amigo tem a edição de uma editora que fez a coleção dos sete pecados capitais e este livro está em "Luxúria".

Sei q eu ri tds com o livro... hehe

Bjo e desculpa o sumiço de novo...

Aqui continua dez como sempre!! xD

=)

Maria Helena disse...
11 Junho, 2007 22:36
 

Olá Deborah,

Já reparou que o homem é um eterno pecador? Pelos dez mandamentos de nosso Criador, quem ainda não cometeu alguns ou quase todos indiretamente? Sim, pela Bíblia sagrada, quem não comete em ação os comete em pensamentos. Luxúria é considerado pecado, talvez se refira ao excesso não sei, difícil responder.
Maria helena.

Os teólogos estao aí para responder o que é o pecado.. Precisaram estabelecer uma lei para limitar as leis da natureza.. Nao sei se conseguiram, mas que lotaram os consultórios.. isso com certeza.. Tudo em excesso passa a ser pecado...É bom sentir o prazer... mas em excesso é pecado (luxúria).. Presumo que só posso sentir prazer em horas certas, de preferência à noite, longe da luz do dia, "coisas erradas" só nas trevas, com a pessoa certa, bem até aí penso que posso escolher a pessoa..menos mal..No lugar certo... claro, sou humano logo sou racional.. eu nao vou sentir prazer em uma reuniao de trabalho..Puxa!!! Tenho que controlar todas as minhas emoçoes para nao exceder...nao quero pecar... Bem mas também preciso fugir das dores, dos sofrimentos, entao realço os prazeres.. prazer de comprar, de comer, de descansar, de fazer sexo... mas tudo dentro das normalidades... Só resta saber... o que é normalidade??

Eu acho q antes de refletir sobre a luxúria, é preciso, urgentemente, entender a posição da Igreja em relação ao sexo, pois a impressão geral é q seu único propósito (ou seja, da Igreja) é tornar amarga uma das coisas mais belas da vida. Não me admiro q as pessoas pensem assim; depois de séculos de propaganda anti-cristã e do triunfo do relativismo, a Igreja é vista como a estraga-prazeres-mor da humanidade. Uma opinião tão tendenciosa quanto equivocada.
Para a Igreja, a necessidade sexual do homem é de cunho vital, e é considerada tão natural quanto a necessidade básica de alimentação - logo, de suma importância. Em sua primeira encíclica, "Deus Caritas est", o papa Bento XVI afirma categoricamente que Deus tb é Eros, e que o homem foi criado para amar. Mas Eros é o amor que vai além de uma necessidade básica, um amor que não é egoísta nem auto-satisfatório, posto q só no compromisso e na doação de si ao outro é que o homem responde à verdadeira natureza de Eros. Eros só se realiza no ato sexual quando a pessoa humana se faz presente em sua plenitude, isto é, de corpo e alma. Pois se a alma não pode amar sozinha, o corpo também não. É só na constância de ambos que Eros pode madurecer a sua verdadeira grandeza. Eros, conclui o Papa, é o "sim" do homem à sua corporeidade como criação divina.
Desse ponto de vista, verifica-se que a Igreja, ao contrário do q se supõe, não desmerece o sexo, mas o supervaloriza, e percebe nele um ato sagrado q não é apenas prazeroso, mas gerador e perpetuador da vida. Se não ouvesse sacralidade no sexo não haveria o sacramento do matrimônio, nem a poesia bíblica do Cântico dos Cânticos.
No entanto, quando se perde essa consciência de sacralidade do ato sexual é q se estabelecem formas particulares e até mesmo doentias de satisfação do Eros. A ausência da consicência do sagrado reduz Eros a uma necessidade instintiva sem maiores implicações, que, com efeito, pode ser inconsideradamente satisfeita - mesmo que conduza o homem a uma triste dependência, que só avilta sua natureza e dignidade.
Isso é a luxuria, ou seja, um pecado q, assim como os demais, se configura na submissão do homem aos seus instintos. Ao invés de ser dono do prazer ele é escravo - fato que não denota humanidade, mas animalidade.
Por mais q se desdenhe, esse mal é real e arrasador. E ainda q o conceito de pecado tenha sido abandonado, seu efeito persiste (bem mais livre) pois o mal independe de nomes.
E o nome psiquiátrico, politicamente-correto, da luxúria agora é "Desejo Sexual Hiperativo", e tem até sigla: DSH. Mas o conceito é o mesmo, isto é, a compensação de uma carência do ego, cuja personalidade desfocada (dyabulos)e mal adaptada, busca na repetição do prazer sexual um tranquilizante para sentimentos de ansiedade, medo e solidão. E quando tenta controlar essa compulsão, a pessoa fica tensa, irritada e até depressiva. Ou seja, um servo dos próprios desejos.
A luxúria não é o simples ato sexual, nem o "sentir prazer" nesse ato. A luxúria é o ato sexual que exclui o espírito, vulgariza o corpo e o escraviza. A luxúria arruina relacionamentos amorosos, visto q inviabiliza o compromisso. A luxúria mata!... Nos últimos dois meses, aqui em Permanbuco, ocorreram três crimes sexuais abomináveis:
- No começo de abril uma mulher foi presa pq - a pedido do namorado - introduziu um isqueiro na vagina da filha de 1 ano. A criança sofreu uma hemorragia, foi internada e no hospital a mãe confessou o ato. Na cadeia, ela foi morta por linchamento.
- Uma adolescente de 17 anos foi estuprada e assassinada por dois garotos da mesma idade. Os três, praticantes de uma crença pagã, haviam combinado pela internet um ritual sexual. Na hora H a menina desistiu e foi morta.
- E recentemente um médico pneumologista de 67 anos (casado, avô) foi assassinado num apartamento onde costumava se encontrar com garotos de programa.

Três casos lamentáveis, onde a sujeição ao impulso, à irrefletida busca de prazer foi o ensejo do fim. É contra isso q a Igreja se levanta, é contra essa banalização do sexo, q já invadiu a própria Igreja através de padres pedófilos.
É contra esse hedonismo louco que erotiza crianças, confunde adolescente e arruina adultos.
A luxúria é tão terrível q pode arruinar não apenas uma vida, mas até uma cultura. Nietzsche (declaradamente ateu) dizia, em "Genealogia da Moral" que, pela maneira como uma dada sociedade encaminha seus costumes, sua moralidade, se pode saber muito acerca de sua saúde. E como bem observou o filósofo inglês John Salisbury, no século XIII, "a licenciosidade crescente e avassaladora sempre caracterizou os períodos de decadência das grandes civilizações." De fato, sempre foi assim. A queda moral invariavelmente antecedeu a destruição completa de povos inteiros. Pode-se dizer que ela prenunciava a extinção iminente de sociedades e culturas. Era o sinal de que aquelas civilizações haviam chegado ao fim… E a história tem exemplos de sobra para confirmar isso. No campo moral, refletindo o estado das sociedades encontramos momentos de seriedade e encaminhamento sólido nos costumes e outros de dispersividade, relativismo e imoralidade generalizada. O Egito, por exemplo, já esteve à frente de todas as nações humanas do ponto de vista tecnológico, religioso e moral. Mas após a invasão dos hicsos e o enfraquecimento da ordem instituída, ocorreu uma contaminação com a selvageria e bestialidade dos invasores, o que culminou numa grave corrupção dos costumes. Enquanto o Egito entrava em decadência os gregos surgiam como os grandes representantes da civilização. Mas também, após o sucesso nas guerras persas, e o surgimento de escolas filosóficas materialistas e amorais como o epicurismo, sobreveio a decadência individual, que depois se tornou familiar, depois social e por fim cultural. A Grécia foi sucedida por Roma nessa trajetória de ascensão e queda, e assim por diante. Não pretendo aqui cobrir todo o espectro de transformações das sociedades antigas, mas não há como deixar de notar a luxúria como um efeito nocivo evidente e constante em culturas falidas ou à beira da falência. Alguém supõe que agora, em nossa época, o processo seja diferente?... Vejamos:
Em Nova York, uma instituição oferece um "curso de masturbação", cujo sucesso pode ser avaliado pela imensa fila de espera, apesar do valor de 300 dólares fixado para a matrícula; os alunos são separados em grupos de homens, mulheres e casais, e as "aulas práticas" são realizadas em conjunto para cada grupo.
Em Amsterdã, no úlimo dia 01 de junho, dia mundial da criança, um grupo de assumidos pedófilos, anunciou a criação de um partido político, apropriadamente apelidado de “Caridade, Liberdade e Diversidade” (NVD na sua versão Holandesa), que entre outros objetivos, pretende a diminuição da idade legal para manutenção de relações sexuais, de 16 para 12 anos, ou mesmo da abolição de qualquer restrição. Defende igualmente a legalização da pornografia infantil, bem como a prostituição de menores. Enfim… Advogam também o sexo com animais, desde que daí não advenham maus-tratos para a bicharada (bizarro!).
Dois exemplos da grande confusão que grassa sobre os conceitos de falsa liberdade, de amoralidade disfarçada de civilidade que imperam por esta Europa fora, que mais não são que sinais incontestáveis da decadência moral que há de destruí-la.
Isso é a luxúria.

No final de sua encíclica o Papa lembra que Eros é dádiva e não fardo, portanto deve ser motivo de elevação e não de queda. E para realização de eros o homem deve procurar um caráter definitivo em dois sentidos: no sentido da exclusividade - "apenas esta única pessoa" - e no sentido de "ser para sempre".

Mirse Maria disse...
12 Junho, 2007 17:36
 

Sobre a Luxúria, acho que ela esta diretamente relacionada com o Poder e o Vício. O poder do dinheiro, claro, e o vício do prazer. Não vejo a Luxúria como pecado, porque como já disse, pecado é aquilo que prejudica o próximo. Se comparado então aos pecados modernos de corrupção e "otras cositas mas", pode ser leviandade mas há muito deixou de ser pecado, e.... que deve ser bom, deve.
Beijos
Mirse

Atendendo a pedidos, divulgo aqui o blog de O Bibliotecário, meu amigo Christiano.

Chris tem aberto um tempinho em sua atribulada agenda para nos dar uma verdadeira aula sobre os Pecados Capitais, complementando perfeitamente a superficialidade da Mente da Mulher.

Chris, a você o meu muito obrigada.

Para todos os leitores que quiserem ler um pouco mais, basta acessar:

http://bibliotecarius.blogspot.com/

Parabéns!!! 1a vez que visito o Blog e achei os textos muito bons... vou esperar pra ler os próximos pecados!!! hehehe
Beijo

Michel Luis da C. R. Leandro disse...
13 Junho, 2007 16:16
 

Oi Deb, sabe que eu nunca havia parado para analisar os sete pecados capitais, e você está me causando isso.

Luxúria, iii não consegui compreender bem não, parece que há muitas controvérsias aí, cheguei a pensar que estava em algum consultório de psicologia tratando para ver se tinha luxúria em mim ou se aquilo poderia ser chamdo de "normal".
Enfim, o que quero dizer é que a Luxúria depende de cada cultura e forma de ver aquilo como "pecado" ou não.
Em muitas coisas que você citou não consegui captar que aquilo fazia parte de algum "pecado" e que era luxúria entende?

Enfim, é isso.
Bêjo

Te amo, você sabe disso.

Debi,
Depois de ler tudo o que foi escrito sobre A Luxúria e, principalmente, os comentários mais uma vez preciosos (uma aula completa e redonda) do Bibliotecário, fiquei buscando o que dizer e.. não encontrei.
Só acho que o que se faz com amor, prazer, avidez e apetite (mesmo sexual) não é Luxúria - é algo que deve ser vivido, aproveitado , bebido - gota à gota - como se fora o melhor dos néctares da vida!
Beijos e uma vez mais PARABÉNS, MINHA MENINA, esta séria está supimpa.

Tia Sarinha

Está cada vez melhor seu espaço, amigalinda. Parabens, sucesso!
www.luizalbertomachado.com

Eloísa Helena disse...
16 Junho, 2007 16:53
 

Li por aí , uma frase de Kissinger:Não há nada mais afrodisíaco que o poder. Acredito sim que a luxúria , assim como, o orgulho tem várias facetas. Há pessoas que manisfestam sua luxúria, evitando a carne, e praticando a luxúria de outras formas. A igreja não aceita o sexo, sem o amor dos esposos para procriação...Ai de nós!Vamos descarregar nossa luxúria , canalizá-la como?...Alguns até se auto-flagelando. Ai que prazer o do chicote!...rsrsrBrincadeirinha! Mas garanto que alguns se arrepiarão ao ler isto!E dá-lhe a luxúria.Devorar livros , poemas , pode ser luxúria? Oh Senhor, o povo brasileiro não quer assim pecar? Aumentar a população pode? Sofrer e gozar, talvez esteja aí a nossa luxúria!Sou pura , Senhor, não quis nem mais procriar."Ter um livro e não ler ? Ai que prazer!" Ter mil e devorá-los, assim , enquanto puder...Dá-me , Senhor, um biblioteca para meu luxo! Ai...!
Também, às vezes, padeço de consumo: comprar um livro de arte! Ai que luxooooo!Ir ao teatro: altamente excitante!...Perdoa-me , Senhor, eu não queria pecar!Deve ser por isto que o povo bem pouco vai ao teatro! Vamos tirar deles este pecado!...
Por que não me casei e meu espírito sosseguei?! Ler comentários de esposas frustradas...isso não me excita, Senhor, me dá pena! Lembrei-me agora: um dos pecados da carne: visão! Como ser pura, não pecar contra a luxúria vendo a todo instante cartazes de machos maravilhosos?De mulheres fantásticas(para os homens)e não desejar ser como elas? Abaixo a mídia! Branca Dias foi bonita, só isto já foi pecadora, pois permitiu os desejos da carne de um sacerdote...foi condenada por isto, foi fonte de tentações! Pobres de nós hoje!
Mas que coisa mais sem graça um mundo sem CPIs! Como diz, ou dizia, o Macaco Simão, nóis sofre , mas nóis goza!

bem nao sei direito o que seja isto dos sete pecados capitais. nunca me preocupei com eles....nunca realmente nada disso me incomodou.
fazo na vida e na minha vida aquilo que quero e quantidade/qualidade eh um problema so meu.
nao dou a minima para isso de luxuria, gula ,preguica, soberbia
evito ficar irada e a inveja nao sinto nada dela.....
mas gosto dos textos da Deborah, que esta de parabens.

Geralmente aprecio seus textos, mas essa história de "Como mulher não cristã, posso fazer sexo que não seja para a procriação e sem culpas"... que é isso? hahaha Só pra te avisar que você fez uma generalização muito infeliz...